- Em 06 de abril, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta o 4º Concerto Sinfônico da Temporada de Arte Nacional [1], inteiramente dedicado à obra de Radamés. No programa: Concerto para violoncelo e orquestra (1941) – solista, Iberê Gomes Grosso; Concerto Romântico para piano e orquestra (1949) – solista, o autor; Três miniaturas para orquestra (1940) e Brasiliana nº 1 (1944), ambas para orquestra; regentes, Leo Peracchi e Radamés Gnattali.
Correio da Manhã (RJ) >
“Festival Radamés Gnattali” –
por Eurico Nogueira França
Concerto Romântico para piano e orquestra
I – Allegro (trecho)
Orquestra Sinfônica Nacional
Alceo Bocchino, regente
Radamés Gnattali, piano
SOARMEC – S-004 (1997)
- Em 26 de agosto, o violinista Oscar Borgerth, acompanhado pelo pianista Radamés Gnattali, apresenta-se em recital no Auditório da ABI (Associação Brasileira de Imprensa) executando, entre outras obras, a Sonatina para violino e piano [2] de Radamés.
- A gravadora Continental lança, de Radamés Gnattali, prenunciando a bossa nova, o samba-canção Fim de tarde, interpretado pelo Quarteto Continental, formado por José Menezes (violão), Radamés (piano), Pedro Vidal (contrabaixo) e Luciano Perrone (bateria). Ainda neste ano a Continental lança, de Radamés, o choro Bate-papo e a valsa Caminho da saudade, interpretados por Zé Bodega (José de Araújo Oliveira, sax-tenor), Radamés (piano) e Luciano Perrone (bateria).
- Radamés compõe:
- Brasiliana n° 4 para piano – dedicada a Heitor Alimonda
- Brasiliana nº 5 para piano – sobre cantos de roda, acalanto e trabalho
- Concerto Romântico – para piano e grande orquestra
- Concerto Romântico – para dois pianos (transcrição da parte de orquestra para o segundo piano)
- Variações sobre uma série de sons para violino e piano, com orquestra de câmara
- Surge a Companhia Cinematográfica Vera Cruz, em São Paulo.
- Getúlio Vargas lança-se candidato à Presidência da República.


