1963

  • Radamés deixa a Rádio Nacional e, por intermédio do amigo Chiquinho do Acordeom,  ingressa na estreante TV Excelsior, no Rio de Janeiro.

 

 

Radamés e Chiquinho
Photo: Wilton Montenegro

 

 

  • Estreia no Thetro Municipal do Rio de Janeiro, em 25 de setembro, o Concerto nº 2 para violino e orquestra (1962) de Radamés Gnattali, executado pelo violinista Oscar Borgerth, com a Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio Ministério da Educação, com regência do maestro Alceo Bocchino [1].

 

  • O selo Festa, de Irineu Garcia, lança o Lp Claudio Santoro  – Sinfonia nº 6 / Radamés Gnattali – Sinfonia Popular,  com a Orquestra Sinfônica Brasileira regida por Cláudio Santoro.

 

 

Sinfonia Popular

 

 

  • A Continental lança A grande valsa brasileira, em Lp de 12″ – com Radamés Gnattali e sua orquestra. Na verdade, trata-se do relançamento do Lp de 10″ Valsas da minha terra, de 1957, com inclusão de 4 faixas.

 

 

 

  • Radamés compõe:
    • Fantasia brasileira nº 6 para piano e grande orquestra (concuída em janeiro de 1964)
    • Maneirando (choro) para piano
    • Quarteto nº 3 para 2 violinos, viola e violoncelo – dedicado a Guido Pascoli
    • Sonata n° 2 para piano
    • Vaidosa nº 2 (valsa) para piano

 

 

 

  • Um plebiscito popular revela a preferência dos brasileiros pela volta do presidencialismo. João Goulart recupera os plenos poderes da Presidência e dá início às Reformas de Base.

 

  • Em 22 de novembro é assassinado, em Dallas (Texas – EUA), John Kennedy presidente dos Estados Unidos.

 

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[1] Leia a crítica no Correio da Manhã (RJ) de 27/09/1963.  (fonte: Hemeroteca da Biblioteca Nacional)